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Juiz de Direito Fernando Chacha leva sessões do Tribunal do Júri para centros universitários

Juiz de Direito Fernando Chacha leva sessões do Tribunal do Júri para centros universitários

Objetivo é aproximar experiência forense dos estudantes, futuros operadores do Direito

O juiz de Direito Fernando Augusto Chacha de Rezende presidiu, no último dia 18 de março, sessão do Tribunal do Júri em um auditório do Centro Universitário Fama, em Anápolis.

O local foi estrategicamente escolhido pelo magistrado, dado o objetivo de permitir que estudantes do curso de Direito daquela instituição acompanhassem, de perto, todos os procedimentos executados durante o julgamento de um réu acusado de homicídio duplamente qualificado.

Fernando Chacha, que também é diretor do Foro da Comarca de Alexânia, definiu a iniciativa como “extremamente relevante”. “Nós aproximamos a experiência forense destes alunos que serão, no futuro, operadores do Direito”, disse o juiz, que preside sessões assistidas por universitários desde o ano de 2015, em Anápolis e em outras cidades do Estado de Goiás.

Nesta última, que naturalmente contou com a participação de um promotor de Justiça e de um defensor público, foi registrada a presença de aproximadamente 200 estudantes. “Ao vivenciarem a dinâmica de um Tribunal do Júri, os alunos formam suas convicções e observam a magnitude do Direito a partir da convivência, por completo, com as posições argumentativas opostas”, explica Chacha.

O magistrado acrescenta: “E também observam técnicas de oratória, persuasão e convencimento. Tudo isso em ambiente acadêmico com todos os atores jurídicos explicando o papel constitucional de cada um e suas posições em relação ao caso concreto que está sendo julgado”.

O juiz ainda afirmou à Assessoria de Comunicação da ASMEGO que se sente “realizado profissionalmente” ao viabilizar, em parceria com faculdades e universidades, sessões deste porte, porque “aproxima a Justiça dos cidadãos” e a torna mais “acessível”. “Para nós é algo absolutamente engrandecedor e fortalece o sistema como um todo”, explica.

A ASMEGO parabeniza o magistrado pela iniciativa que é muito mais do que uma “aula prática”, é um ato de cidadania; e por trabalhar em favor de um Judiciário cada vez mais transparente e de uma sociedade mais consciente de seus direitos e deveres.