12 | Abril | 2026 - Notícias
A presidente da ASMEGO, Nathália Arantes, cumpriu uma série de agendas em Brasília (DF) nos últimos dias 7 e 8 de abril. Em comum entre elas, a defesa de garantias constitucionais da magistratura e a discussão de estratégias para valorização da carreira.VEJA GALERIA DE FOTOS CLICANDO AQUIJunto à Diretoria da Associação dos Magistrados Brasileiros e aos demais presidentes de entidades filiadas à AMB, Nathália participou de reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin, na sede do CNJ.Estiveram em pauta os desdobramentos do julgamento que foi realizado no STF no dia 25 de março, quando os ministros daquela corte deliberaram sobre temas que impactaram diretamente a magistratura de todo país. O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, e o presidente do Conselho de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre), Heráclito Vieira de Sousa Neto, também estiveram neste encontro com Fachin.No Senado da República, a presidente da ASMEGO compareceu à uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) daquela Casa que tratou, entre vários pontos, da vitaliciedade, instrumento imprescindível para assegurar a independência dos juízes no exercício da função.O saldo do compromisso no Congresso Nacional foi extremamente positivo. Os parlamentares, também em votação na CCJ, compreenderam a relevância do tema que estava em debate e respaldaram o argumento de que a vitaliciedade afasta dos magistrados pressões durante a execução de suas atividades.As atividades da presidente da ASMEGO na Capital Federal encerram-se na sede da AMB, em reuniões deliberativas com o Conselho de Representantes daquela entidade.
12 | Abril | 2026 - Notícias
A presidente da ASMEGO, Nathália Arantes, e o diretor Carlos Elias da Silva reuniram, nesta quarta-feira (8/4), dezenas de magistradas e magistrados aposentados na sede social para reafirmar o compromisso da associação em escutá-los e solucionar suas demandas, orientá-los sobre benefícios previdenciários e outros direitos e encaminhar questões administrativas com celeridade e sensibilidade, além de priorizá-los em projetos relacionados à saúde e qualidade de vida.CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DA REUNIÃOComo havia acabado de chegar de Brasília (DF), onde participou de sucessivas audiências e reuniões que trataram de prerrogativas da magistratura, Nathália Arantes ainda repassou às aposentadas e aposentados, em primeira mão, as deliberações mais recentes junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).Apesar dos temas factuais tratados na tarde desta quarta-feira, a reunião teve clima de confraternização, com juízes e desembargadores aproveitando o reencontro com colegas para “colocar a conversa em dia”. Também foi servido um lanche especial aos convidados.Este foi o primeiro encontro da presidente Nathália Arantes, após a sua posse, em 6 de março, com este grupo de magistrados que dedicou grande parte de suas vidas ao Poder Judiciário. “É um prazer tê-los aqui na ASMEGO. Os senhores e as senhoras são referência para a magistratura”, disse ela. “Me coloco à disposição para fazer o que for preciso para que estejam sempre aqui conosco. Queremos integrar todos os associados”.O 2º vice-presidente da associação, o juiz aposentado Márcio Molinari, também marcou presença. “Temos sempre que reconhecer a importância dessa ‘turma mais experiente’. Saibam que é o nosso equilíbrio, bom senso e sabedoria que fazem a diferença nos momentos em que a categoria tem que tomar grandes decisões”, afirmou.“Estejam certos de que vamos sempre promover encontros como este. Seja para conversarmos e rever os amigos, seja para usarmos este espaço para discutir assuntos que nos dizem respeito”, concluiu o diretor Carlos Elias.
30 | Março | 2026 - Notícias
A presidente da ASMEGO, Nathália Arantes, acompanhada pelos diretores Eduardo Oliveira (Institucional), Fernando Chacha (Remuneratória) e Roberta Wolpp (Administrativa e Financeira), participou, nesta segunda-feira (30/3), de reunião institucional com o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, e outros magistrados.Trata-se do primeiro encontro formal do Grupo de Trabalho - instituído pela presidente da ASMEGO - com a administração do TJGO após decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas a temas de interesse da magistratura.A reunião, realizada no Salão Nobre da Presidência, contou também com a participação do desembargador Fabiano Abel de Aragão Fernandes, do juiz auxiliar da Presidência, Gustavo Assis Garcia, e dos juízes Pedro Ricardo Morello Brendolan, Caio de Melo Evangelista, Andréia Marques de Jesus Campos, Pedro Henrique Guarda, Leonys Lopes, Joviano Carneiro Neto e Thiago Mehari Ferreira Martins.
29 | Março | 2026 - Notícias
A presidente da ASMEGO, Nathália Arantes, participou, nesta quinta-feira (26/3), em Brasília (DF), de reunião do Conselho de Representantes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Em pauta, temas de interesse da magistratura. O encontro com os representantes de associações estaduais foi liderado pela presidente Vanessa Mateus.
29 | Março | 2026 - Notícias
Foi com bom humor e com um sorriso estampado no rosto que dona Rosália Pereira Lopes Lobo, pensionista associada à ASMEGO, garantiu sua dose de imunização contra a influenza. Ela foi uma das dezenas de pessoas - entre magistrados da ativa, aposentados e outras pensionistas - que marcaram presença na campanha de vacinação realizada pela Associação dos Magistrados do Estado de Goiás.CLIQUE AQUI E VEJA GALERIA DE FOTOS“Todo ano eu estou aqui. Quando a gente é ‘jovem’, a gente tem que se cuidar mais”, brincou dona Rosália, que preferiu ir à associação na manhã de sexta-feira (27) – a vacinação, cabe destacar, vai até às 17 horas deste sábado (28). Além da vacina, a ASMEGO ainda disponibilizou o serviço de aferição de pressão.Quem também afirmou que se vacina anualmente na Associação dos Magistrados foi o desembargador aposentado Antônio Nery, que estava acompanhado pela esposa, Delza Maria de Andrade Silva. “É importante se prevenir contra a gripe”, enfatizou.A proteção contra a influenza é realizada todo ano para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A vacinação na ASMEGO foi coordenada pela Diretoria de Serviço de Proteção à Saúde e Seguros, que tem como titulares os juízes Heloísa Silva Mattos e Eduardo Siad.Segundo o Ministério da Saúde, a vacina, além de evitar a gripe, reduz de forma significativa os casos graves, que podem levar à internação, à ida ao pronto-socorro ou até evoluir para quadros como pneumonia e óbito.
Seis magistradas foram homenageadas na última segunda-feira (23/3) durante a sessão especial “Mulheres de Luta”, de propositura da deputada estadual Bia de Lima. A presidente da ASMEGO, Nathália Arantes, prestigiou o evento, realizado no plenário da Assembleia Legislativa.CLIQUE AQUI E VEJA GALERIA DE FOTOSTrês das seis homenageadas compuseram a mesa de trabalhos: a titular da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargadora Alice Teles de Oliveira; a diretora do Foro da Comarca de Goiânia, juíza Patrícia Dias Bretas; e a 1ª vice-coordenadora da Coordenadoria da Mulher, juíza Simone Pedra Reis – também diretora jurídica e de prerrogativas da ASMEGO.Além delas, foram agraciadas com Certificados do Mérito Legislativo as juízes Aline Freitas, Hanna Lídia Cândido e Mônica Miranda.A deputada Bia de Lima destacou o impacto e a influência que o sucesso de uma mulher exerce sobre o coletivo feminino e citou a ex-deputada estadual Berenice Artiaga. “Quando vocês resistem, insistem e avançam, levam todas juntas. Foi assim que Berenice Artiaga, primeira deputada de Goiás e corajosa que foi, abriu espaço para que as mulheres depois pudessem participar do cenário, pudessem votar e ocupar este espaço”.A parlamentar também ressaltou que “valorizar” e “reconhecer” a atuação da mulher na sociedade é “evidenciar os avanços e conquistas femininas”.A presidente da ASMEGO parabenizou as homenageadas. “Nossa associação sente-se honrada com o reconhecimento delas. Nossos aplausos a essas magistradas que, com competência e dedicação, inspiram todos nós. A presença feminina nos tribunais não é apenas uma questão de número, mas de equilíbrio e evolução da nossa Justiça”, disse.
A ASMEGO, nas pessoas da sua presidente Nathália Arantes e da diretora jurídica e de prerrogativas, Simone Pedra Reis, esteve presente, na última quarta-feira (25/3), no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que tratou de pautas de interesse da magistratura.CLIQUE AQUI E VEJA GALERIA DE FOTOSHoras antes, também em Brasília (DF), Nathália e Simone uniram-se a outros dirigentes de associações estaduais em reunião coordenada pela presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Vanessa Mateus, onde foram detalhadas as últimas movimentações e articulações da entidade nesta luta institucional em defesa das prerrogativas e direitos consolidados dos magistrados.“Com o julgamento concluído, passamos agora à análise técnica e minuciosa da decisão dos ministros, em um esforço conjunto liderado pela AMB. A ASMEGO esteve presente e ativa em todas as etapas deste processo, defendendo pontos como a autonomia do Judiciário e a preservação dos direitos conquistados pela magistratura”, explica a presidente, que participou de nova reunião na sede da AMB, realizada depois do julgamento no Supremo Tribunal Federal.Nathália Arantes concluiu: “Momentos como este exigem a nossa união, nos permitindo reagir com dados, argumentos e transparência, e reafirmando o compromisso da magistratura com a sociedade e com a justiça. A ASMEGO seguirá vigilante e comprometida com a defesa dos magistrados goianos”.
Objetivo é aproximar experiência forense dos estudantes, futuros operadores do DireitoO juiz de Direito Fernando Augusto Chacha de Rezende presidiu, no último dia 18 de março, sessão do Tribunal do Júri em um auditório do Centro Universitário Fama, em Anápolis.O local foi estrategicamente escolhido pelo magistrado, dado o objetivo de permitir que estudantes do curso de Direito daquela instituição acompanhassem, de perto, todos os procedimentos executados durante o julgamento de um réu acusado de homicídio duplamente qualificado.Fernando Chacha, que também é diretor do Foro da Comarca de Alexânia, definiu a iniciativa como “extremamente relevante”. “Nós aproximamos a experiência forense destes alunos que serão, no futuro, operadores do Direito”, disse o juiz, que preside sessões assistidas por universitários desde o ano de 2015, em Anápolis e em outras cidades do Estado de Goiás.Nesta última, que naturalmente contou com a participação de um promotor de Justiça e de um defensor público, foi registrada a presença de aproximadamente 200 estudantes. “Ao vivenciarem a dinâmica de um Tribunal do Júri, os alunos formam suas convicções e observam a magnitude do Direito a partir da convivência, por completo, com as posições argumentativas opostas”, explica Chacha.O magistrado acrescenta: “E também observam técnicas de oratória, persuasão e convencimento. Tudo isso em ambiente acadêmico com todos os atores jurídicos explicando o papel constitucional de cada um e suas posições em relação ao caso concreto que está sendo julgado”.O juiz ainda afirmou à Assessoria de Comunicação da ASMEGO que se sente “realizado profissionalmente” ao viabilizar, em parceria com faculdades e universidades, sessões deste porte, porque “aproxima a Justiça dos cidadãos” e a torna mais “acessível”. “Para nós é algo absolutamente engrandecedor e fortalece o sistema como um todo”, explica.A ASMEGO parabeniza o magistrado pela iniciativa que é muito mais do que uma “aula prática”, é um ato de cidadania; e por trabalhar em favor de um Judiciário cada vez mais transparente e de uma sociedade mais consciente de seus direitos e deveres.
A Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB e as associações representativas da magistratura estadual, federal, do trabalho e militar filiadas manifestam profunda discordância e preocupação com o julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal na sessão de 25 de março de 2026.A decisão impacta cerca de 18 mil magistrados e implica severa redução remuneratória imediata, com efeitos já a partir de abril de 2026, atingindo direitos reconhecidos ao longo de décadas por instâncias administrativas competentes e pelo próprio Conselho Nacional de Justiça, sempre com amparo legal.Não se trata apenas da definição de parâmetros futuros. A decisão altera, com efeitos imediatos, o regime remuneratório incidente sobre toda magistratura.Sob a perspectiva constitucional, a decisão envolve princípios estruturantes como a irredutibilidade de subsídios, a segurança jurídica e a proteção da confiança legítima, especialmente diante da ausência de modulação de efeitos, solução adotada pelo próprio Supremo Tribunal Federal em hipóteses de natureza semelhante.A magistratura já enfrenta defasagem remuneratória relevante, superior a 50%, em um cenário de elevada carga de trabalho, aumento da complexidade das demandas, e a criação de novos deveres funcionais, obrigações gestadas de forma administrativa. Causa perplexidade que a via que admite a criação de deveres, não seja admitida também para a regulação de direitos. O julgamento tende a intensificar esse contexto de perda.Nas semanas que antecederam o julgamento, a AMB e as entidades associativas desenvolveram intensa atuação institucional, com a realização de reuniões, estudos técnicos e interlocuções qualificadas, tendo sido apresentadas diversas propostas concretas voltadas à preservação do equilíbrio da carreira da magistratura. As sugestões foram construídas com base em soluções já acolhidas pelo próprio Supremo Tribunal Federal.Contudo, as alternativas apresentadas não foram acolhidas no julgamento em extensão suficiente para mitigar os impactos mencionados.A licença compensatória foi concebida, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, nacionalmente, portanto, como mecanismo de compensação pelo exercício de atividades extraordinárias, especialmente no enfrentamento da litigiosidade de massa e do deficit estrutural de magistrados. Parâmetros internacionais frequentemente citados em estudos de gestão judicial situam a carga adequada entre algumas centenas de processos por magistrado, muito abaixo da realidade brasileira: o juiz brasileiro tem mais de 6 mil processos sob sua gestão, com mais de 2.100 casos novos anualmente. Esse excesso de trabalho impacta também a saúde dos magistrados, fato documentado e reconhecido.Os passivos funcionais atingidos decorrem de direitos reconhecidos administrativamente, com fundamento em precedentes dos Tribunais Superiores e referendados pelo Conselho Nacional de Justiça. A ausência de tratamento uniforme pode resultar em situações desiguais entre magistrados de diferentes tribunais, com possíveis reflexos sobre a isonomia e a confiança no regime jurídico.A decisão proferida projeta efeitos institucionais relevantes. Afeta a previsibilidade do regime jurídico da magistratura, impacta a atratividade da carreira e tende a produzir reflexos na organização e na eficiência da prestação jurisdicional.O tema do enfraquecimento da magistratura transcende interesses corporativos. Diz respeito às condições institucionais necessárias ao adequado funcionamento do Poder Judiciário. É preciso definir o tipo de magistrado que se pretende manter e atrair para a carreira.A AMB e as associações signatárias reafirmam que seguirão atuando, em todas as frentes institucionais, na defesa da magistratura e das garantias essenciais ao Estado Democrático de Direito.Brasília, 25 de março de 2026.Vanessa Ribeiro MateusAssociação dos Magistrados Brasileiros – AMBRosimere das Graças do CoutoAssociação dos Magistrados Mineiros - AMAGISCarlos Alberto Martins FilhoAssociação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios - AMAGIS/DFFabíola Cristina InocêncioAssociação dos Magistrados do Estado de Rondônia – AMERONMarco Adriano Ramos FonsecaAssociação dos Magistrados do Maranhão – AMMAMarcelo Lima de OliveiraAssociação dos Magistrados de Roraima – AMARREliezer Mattos Scherrer JúniorAssociação dos Magistrados do Espírito Santo – AMAGESOlívia Maria Alves RibeiroAssociação dos Magistrados do Estado do Acre – ASMACMário José Esbalqueiro JúniorAssociação dos Magistrados do Mato Grosso do Sul – AMAMSULAugusto César Gomes LeiteAssociação dos Magistrados do Amapá – AMAAPEldsamir da Silva MascarenhasAssociação dos Magistrados da Bahia – AMABAna Marques VerasAssociação dos Magistrados do Estado de Pernambuco – AMEPEMarcel Ferreira dos SantosAssociação dos Magistrados do Paraná – AMAPARPablo Moreno Carvalho da LuzAssociação dos Magistrados de Sergipe – AMASEArtur Cortez BonifácioAssociação dos Magistrados do Rio Grande do Norte – AMARNAllan Martins FerreiraAssociação dos Magistrados do Estado de Tocantins – ASMETOJaniara Maldaner CorbettaAssociação dos Magistrados Catarinenses – AMCLuís Marcio Nascimento AlbuquerqueAssociação dos Magistrados do Amazonas – AMAZONGilberto de Medeiros RodriguesAssociação dos Magistrados da Paraíba – AMPBAntônio Rafael CasadoAssociação Alagoana de Magistrados – ALMAGISEunice Bitencourt HaddadAssociação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro – AMAERJJosé Hercy Ponte de AlencarAssociação Cearense de Magistrados – ACMLíbio Araújo MouraAssociação dos Magistrados do Estado do Pará – AMEPAKeylla Ranyere Lopes Teixeira ProcópioAssociação dos Magistrados Piauienses - AMAPIEulice Jaqueline da Costa Silva CherulliAssociação Mato-grossense dos Magistrados – AMAMDaniel Neves PereiraAssociação dos Juízes do Rio Grande do Sul – AJURISNathália Bueno Arantes da CostaAssociação dos Magistrados do Estado de Goiás – ASMEGOThiago Elias MassadAssociação Paulista de Magistrados – APAMAGISCarlos Antônio Chagas JúniorAssociação dos Magistrados Trabalhistas da 14ª Região - AMATRA XIVCarlos Alberto Pereira de CastroAssociação dos Magistrados Trabalhistas da 12ª Região - AMATRA XIIFrancisco Duarte ConteAssociação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 15ª Região - AMATRA XVSandra Cristina Zanoni CembraneliAssociação dos Magistrados do Trabalho da 9ª Região - AMATRA IXDiego Reis MassiAssociação dos Magistrados Trabalhistas da 2ª Região - AMATRA IIRoberto Wanderley BragaAssociação dos Magistrados Trabalhistas da 22ª Região - AMATRA XXIIGleydson Ney Silva da RochaAssociação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 11ª Região - AMATRA XIGetúlio CorreaAssociação dos Magistrados das Justiças Militares Estaduais - AMAJMEEdmundo Franca de OliveiraAssociação dos Magistrados da Justiça Militar da União – AMAJUMNatascha Maldonado SeveroAssociação dos Juízes Federais da Justiça Militar – AJUFEMLeandro Cadenas Prado Associação Paranaense dos Juízes Federais – APAJUFEMarceli Maria Carvalho SiqueiraAssociação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo - AJUFERJES
As articulações da juíza Vaneska Silva Baruki, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Caldas Novas, foram imprescindíveis para a construção, pelo Governo de Goiás, de uma nova Unidade Prisional no município, com 400 vagas. O empenho da magistrada foi, inclusive, destacado publicamente durante a inauguração do prédio no último dia 16 de março.CLIQUE AQUI E VEJA A GALERIA DE FOTOSVaneska relata que ao longo dos últimos anos coordenou uma série de reuniões, discutiu a formatação de projetos e participou até de escolhas (e de posteriores desistências por parte do poder público) de terrenos que abrigariam o novo presídio.“Mas foi mesmo a partir de 2024 que conseguimos, junto ao secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Renato Brum, e ao governador Ronaldo Caiado, que esta nova unidade se tornasse realidade”, recorda-se ela. “É gratificante ver um sonho como esse se concretizar”.A magistrada afirma que o Poder Judiciário está “umbilicalmente ligado” à Segurança Pública. E que a partir de agora, a Justiça em Caldas Novas e região irá atuar de forma ainda “mais eficiente” após a inauguração desta Unidade Prisional.“Este novo prédio garante ao custodiado mais respeito e dignidade. E nos permitirá trabalhar melhor tanto o viés punitivo quanto o viés educativo e ressocializador da prisão”, diz ela, que também integra o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).DesativaçãoVaneska Silva Baruki ainda ressalta que o presídio antigo, que será desativado, fica no setor Central, em uma avenida que dá acesso ao aeroporto, “algo totalmente incompatível com uma cidade turística do porte de Caldas Novas”, ilustra.“Aquele local foi inaugurado em 1987, com capacidade para 16 presos. Depois foi ampliado para 184 vagas – cem delas viabilizadas com a nossa ajuda, com recursos do Poder Judiciário. Mas abriga atualmente 380 reeducandos”, detalha a juíza.Com investimentos de R$ 48 milhões oriundos do Tesouro Estadual, o novo presídio tem salas de aula, biblioteca e espaços destinados ao trabalho dos custodiados, além de recursos tecnológicos, como sistema de monitoramento por câmeras.CumprimentosA ASMEGO parabeniza a magistrada Vaneska Silva Baruki pela bem-sucedida articulação junto ao Executivo Estadual para a construção de um novo estabelecimento prisional na região. A nova unidade permitirá melhores condições de custódia, alinhadas aos princípios de dignidade humana, e otimizará o fluxo de processos na vara criminal local.
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