Associação dos Magistrados do Estado de Goiás

18 | Julho | 2026 - Notícias

Desembargador Murilo Vieira de Faria recebe homenagem do Gabinete Militar do Judiciário

O Gabinete Militar do Poder Judiciário do Estado de Goiás realizou a entrega da Moeda Institucional do 1º Curso de Inteligência Estratégica e Segurança Institucional do Poder Judiciário – 1º CIESPJ ao Desembargador Murilo Vieira de Faria em reconhecimento ao relevante apoio prestado às ações de fortalecimento da Segurança Institucional e da atividade de Inteligência no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). A entrega da homenagem foi realizada pelo 1º Tenente PM Fagner Leão, Coordenador Acadêmico do 1º CIESPJ, simbolizando o reconhecimento da Coordenação do Curso às autoridades que contribuíram para a concretização de um projeto pioneiro no Poder Judiciário brasileiro, voltado à capacitação de magistrados, servidores e profissionais de diversas instituições nas áreas de Inteligência Estratégica e Segurança Institucional.De acordo com o Gabinete Militar, a entrega da Moeda Institucional representa o reconhecimento àqueles que, por meio de sua atuação, compromisso e apoio institucional, contribuíram decisivamente para o sucesso da primeira edição do curso e para o fortalecimento permanente da Segurança Institucional do Poder Judiciário.

09 | Julho | 2026 - Notícias

Asmego se reúne com presidência do TJGO para tratar de temas pertinentes à magistratura

Presidente da Asmego, a juíza Nathália Arantes participou de reunião administrativa na presidência do TJGO, para tratar de temas pertinentes à magistratura. O encontro foi conduzido pelo presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim. Participaram também o primeiro vice-presidente do TJGO, desembargador Fabiano Abel de Aragão Fernandes; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Marcus da Costa Ferreira; e os juízes auxiliares da presidência Marina Buchdid, Gustavo Assis Garcia. A juíza Simone Pedra Reis, diretora jurídica da Asmego, também esteve presente na reunião.

 

 

13 | Julho | 2026 - Notícias

Malinformação contra a magistratura e o Ministério Público | Por Thiago Mehari Ferreira Martins

Há malinformação contra a magistratura e o Ministério Público. Resta saber por quê e para quê.

A distinção conceitual importa. Misinformação é erro sem dolo. Desinformação é mentira deliberada. Malinformação é o mais sofisticado dos três: fato verdadeiro, contexto suprimido, dano à reputação como resultado. O contracheque é real. A ausência de descontos obrigatórios e de explicação sobre verbas indenizatórias é escolha editorial. O caso de desvio é real. Sua repetição nacional em contraste com o silêncio sobre decisões que protegem vidas todos os dias também é escolha editorial.

É aqui que mora o problema: não na invenção, mas na seleção.

O que diz o STFNenhum direito fundamental é absoluto — nem mesmo a liberdade de imprensa. No RE 1.075.412 (Tema 995, trânsito em julgado em agosto de 2025), o Supremo fixou o binômio que resume tudo: liberdade com responsabilidade. Vedada a censura prévia, mas admitida a responsabilização posterior quando há dolo — conhecimento prévio da falsidade — ou culpa grave — negligência evidente na apuração, sem contraditório com o ofendido. Constatada a distorção, o conteúdo deve ser removido, sob pena de responsabilidade. Não é censura. É a outra face da mesma liberdade.

O custo que se vê, o valor que se esqueceFala-se muito do custo do Judiciário. Quase nada do seu valor. O Justiça em Números do CNJ mostra que o país iniciou 2026 com o menor estoque de processos pendentes em seis anos: 58,5 milhões, ante 61,2 milhões em 2024. Em 2025, entraram 39,7 milhões de processos novos — e a Justiça julgou 44 milhões. Reduziu o passivo julgando mais do que recebeu, com demanda crescente. Isso não é ineficiência. É o oposto do que a narrativa dominante sugere.

Exemplos que se repetemContracheque bruto sem contexto viramanchete nacional. Sentença que tira uma criança de risco não sai da comarca. Um caso de desvio circula por semanas; mil decisões corretas não circulam nunca. E quando se olha o padrão de disseminação nas redes — picos abruptos, poucos perfis muito ativos, narrativas repetidas com pequenas variações —, o formato já não parece espontâneo.

Por quê?Três hipóteses, não excludentes. Interesse econômico: instituições fracas decidem com menos independência diante do poder econômico. Captura política: erosão de legitimidade abre caminho para reformas que ampliam controle político sobre a Justiça. Concorrência narrativa: toda decisão desagrada alguém, e desconstruir a instituição é mais barato do que aceitar a derrota pontual.

O que não se está dizendo aquiExcesso existe e deve ser combatido — pela Corregedoria, pelo CNJ, pelo CNMP, pela responsabilização disciplinar e civil de quem errou. Transparência é conquista, não ameaça. O que se rejeita é outra coisa: a campanha que não distingue exceção de regra, que não serve à correção, mas ao enfraquecimento de carreiras que sustentam o equilíbrio do Estado Democrático de Direito.

O Judiciário e o Ministério Público que queremos não estão acima da crítica. Estão abaixo do ruído projetado para deslegitimá-los. A diferença entre as duas coisas não é conforto corporativo. É condição de sobrevivência institucional.

Thiago Mehari Ferreira Martins, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

03 | Julho | 2026 - Notícias

Juiz Thiago Mehari Ferreira Martins é nomeado coordenador de Igualdade Racial da Asmego

O juiz Thiago Mehari Ferreira Martins foi nomeado coordenador de Igualdade Racial da Asmego. Pela portaria assinada pela presidente da associação, juíza Nathália Arantes, compete ao Coordenador de Igualdade Racial: assessorar a Presidência e a Diretoria na proposição, coordenação e acompanhamento de ações, programas e iniciativas voltadas à promoção da igualdade racial, da diversidade, da inclusão e do enfrentamento a todas as formas de discriminação, em consonância com os princípios institucionais da Asmego.Desejamos as boas-vindas ao juiz Thiago Mehari, que passa a integrar os quadros da nossa associação com seu competente trabalho.

03 | Julho | 2026 - Notícias

Diretor cultural da Asmego, juiz Abílio Wolney Aires Neto representa associação nas comemorações dos 40 Anos do Palácio da Justiça

O diretor cultural da Asmego, juiz Abílio Wolney Aires Neto, representou a associação nas solenidades em comemoração aos 40 anos do Palácio da Justiça Desembargador Clenon de Barros Loyola: a inauguração da exposição “40 Anos do Palácio da Justiça”, na Pinacoteca Desembargador Camargo Neto, na sede do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), e o descerramento da placa comemorativa, na entrada principal.A Pinacoteca reúne documentos, imagens e registros históricos da Justiça goiana. A mostra será realizada até 17/7, com painéis temáticos, fotografias históricas, documentos, registros de imprensa e obras documentais tuteladas pelo Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás. O percurso conta ainda com um espaço participativo, destinado ao registro de lembranças, experiências e memórias relacionadas ao Palácio da Justiça.

Mais Notícias

07 Ago 2026 - Notícias

ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS - ASMEGO, por sua Diretoria Executiva, no uso de suas atribuições estatutárias, e por convocação da Presidente, nos termos do art. 19, inciso II, alínea "a", do Estatuto da entidade, após deliberação e aprovação da Diretoria Executiva, CONVOCA os associados para a Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 12 de agosto de 2026 (quarta-feira), às 9h, no Auditório da ASMEGO, para deliberar sobre a seguinte:

Ordem do dia1. Apresentação aos associados do diagnóstico institucional realizado pela atual gestão, bem como das medidas já implementadas e daquelas a serem implementadas, visando ao aperfeiçoamento da governança, dos controles internos e da gestão administrativa da ASMEGO.

 

21 Jul 2026 - Notícias

ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS ASMEGO

PORTARIA Nº 004 DE 18 DE JULHO DE 2026

A PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições estatutárias,

Dispõe sobre a alteração da composição da Diretoria de Comunicação da ASMEGO.

RESOLVE:

Art. 1º Fica desligado da função de membro da Diretoria de Comunicação da ASMEGO o Dr. Eduardo Peres, a partir da data de publicação desta Portaria.

Art. 2º Permanece nomeada para compor a Diretoria de Comunicação da ASMEGO, como única integrante, a Dra. Lígia Nunes de Paula, que continuará exercendo as atribuições inerentes à função.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

 

12 Mai 2026 - Notícias

ATO N° 005 / 2026

A PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições estatutárias,

RESOLVE:

Art. 1º Designar Mônice De Souza De Balian Zaccariotti para exercer a função de Adjunta da Diretora Social e Lazer.

Art. 2º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

Dê-se ciência.

Nathália Arantes Bueno da Costa

Goiânia, 11 de maio de 2026.

 

 

22 Abr 2026 - Notícias

 A chefe da Divisão de Inteligência Institucional do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), delegada Sabrina Leles, fez visita à ASMEGO nesta quarta-feira (22/4), onde foi recebida pela presidente Nathália Arantes.Em reunião, Nathália e Sabrina trataram de ações voltadas à proteção institucional de juízes e desembargadores, além de abordarem prevenção de riscos e tratamento de dados que podem auxiliar magistrados na tomada de decisões.A presidente da ASMEGO ainda afirmou, ao final, que o encontro serviu para fortalecer canais de comunicação entre a associação e ao setor da Polícia Civil que trabalha pela segurança de integrantes do Poder Judiciário. E que em breve deverão ser realizados eventos organizados pela ASMEGO em parceria com a Divisão de Inteligência do TJGO.

15 Abr 2026 - Notícias

Recentemente, os Estados Unidos mobilizaram mais de 150 aeronaves e centenas de militares para resgatar um único piloto que havia sido deixado para trás em uma operação de guerra.Questionado se valia a pena tanto esforço por apenas uma vida, o general respondeu com sabedoria: “Um avião se constrói em quatro meses. Uma história de honra leva duzentos anos. Por isso, nenhum homem será deixado para trás.”Esse é exatamente o espírito que queremos trazer para o nosso Brasil.Não estamos em guerra com tanques ou aviões no campo de batalha, mas vivemos uma guerra ideológica intensa. Nessa guerra silenciosa, alguns brasileiros estão sendo abandonados pelo próprio Estado — através da insegurança jurídica, do desrespeito à coisa julgada e ao devido processo legal.Isso precisa acabar de uma vez por todas.Chegou a hora de adotarmos o mesmo lema com firmeza: Nenhum homem será deixado para trás.Todo cidadão, sem exceção, terá seus direitos constitucionais plenamente respeitados. Seja qual for sua opinião, sua origem ou sua posição social, a lei deve valer igualmente para todos.Só assim o Brasil voltará a crescer com confiança, prosperidade e justiça verdadeira.Quando o Estado garante segurança jurídica e respeito às regras do jogo, as pessoas voltam a investir, a planejar o futuro e a acreditar no país.A honra de uma nação não se mede por máquinas ou por poder momentâneo. Ela se constrói ao longo de gerações, protegendo cada um de seus filhos com o mesmo compromisso.Nenhum brasileiro pode se sentir abandonado pelo sistema que deveria defendê-lo. Essa mudança de mentalidade é essencial para reconstruirmos a confiança que o país tanto precisa.Vamos levar esse princípio adiante: na política, na Justiça, na economia e no dia a dia.Nenhum homem será deixado para trás.Murilo Vieira de Faria é desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

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