O Gabinete Militar do Poder Judiciário do Estado de Goiás realizou a entrega da Moeda Institucional do 1º Curso de Inteligência Estratégica e Segurança Institucional do Poder Judiciário – 1º CIESPJ ao Desembargador Murilo Vieira de Faria em reconhecimento ao relevante apoio prestado às ações de fortalecimento da Segurança Institucional e da atividade de Inteligência no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). A entrega da homenagem foi realizada pelo 1º Tenente PM Fagner Leão, Coordenador Acadêmico do 1º CIESPJ, simbolizando o reconhecimento da Coordenação do Curso às autoridades que contribuíram para a concretização de um projeto pioneiro no Poder Judiciário brasileiro, voltado à capacitação de magistrados, servidores e profissionais de diversas instituições nas áreas de Inteligência Estratégica e Segurança Institucional.De acordo com o Gabinete Militar, a entrega da Moeda Institucional representa o reconhecimento àqueles que, por meio de sua atuação, compromisso e apoio institucional, contribuíram decisivamente para o sucesso da primeira edição do curso e para o fortalecimento permanente da Segurança Institucional do Poder Judiciário.
Há malinformação contra a magistratura e o Ministério Público. Resta saber por quê e para quê.
A distinção conceitual importa. Misinformação é erro sem dolo. Desinformação é mentira deliberada. Malinformação é o mais sofisticado dos três: fato verdadeiro, contexto suprimido, dano à reputação como resultado. O contracheque é real. A ausência de descontos obrigatórios e de explicação sobre verbas indenizatórias é escolha editorial. O caso de desvio é real. Sua repetição nacional em contraste com o silêncio sobre decisões que protegem vidas todos os dias também é escolha editorial.
É aqui que mora o problema: não na invenção, mas na seleção.
O que diz o STFNenhum direito fundamental é absoluto — nem mesmo a liberdade de imprensa. No RE 1.075.412 (Tema 995, trânsito em julgado em agosto de 2025), o Supremo fixou o binômio que resume tudo: liberdade com responsabilidade. Vedada a censura prévia, mas admitida a responsabilização posterior quando há dolo — conhecimento prévio da falsidade — ou culpa grave — negligência evidente na apuração, sem contraditório com o ofendido. Constatada a distorção, o conteúdo deve ser removido, sob pena de responsabilidade. Não é censura. É a outra face da mesma liberdade.
O custo que se vê, o valor que se esqueceFala-se muito do custo do Judiciário. Quase nada do seu valor. O Justiça em Números do CNJ mostra que o país iniciou 2026 com o menor estoque de processos pendentes em seis anos: 58,5 milhões, ante 61,2 milhões em 2024. Em 2025, entraram 39,7 milhões de processos novos — e a Justiça julgou 44 milhões. Reduziu o passivo julgando mais do que recebeu, com demanda crescente. Isso não é ineficiência. É o oposto do que a narrativa dominante sugere.
Exemplos que se repetemContracheque bruto sem contexto viramanchete nacional. Sentença que tira uma criança de risco não sai da comarca. Um caso de desvio circula por semanas; mil decisões corretas não circulam nunca. E quando se olha o padrão de disseminação nas redes — picos abruptos, poucos perfis muito ativos, narrativas repetidas com pequenas variações —, o formato já não parece espontâneo.
Por quê?Três hipóteses, não excludentes. Interesse econômico: instituições fracas decidem com menos independência diante do poder econômico. Captura política: erosão de legitimidade abre caminho para reformas que ampliam controle político sobre a Justiça. Concorrência narrativa: toda decisão desagrada alguém, e desconstruir a instituição é mais barato do que aceitar a derrota pontual.
O que não se está dizendo aquiExcesso existe e deve ser combatido — pela Corregedoria, pelo CNJ, pelo CNMP, pela responsabilização disciplinar e civil de quem errou. Transparência é conquista, não ameaça. O que se rejeita é outra coisa: a campanha que não distingue exceção de regra, que não serve à correção, mas ao enfraquecimento de carreiras que sustentam o equilíbrio do Estado Democrático de Direito.
O Judiciário e o Ministério Público que queremos não estão acima da crítica. Estão abaixo do ruído projetado para deslegitimá-los. A diferença entre as duas coisas não é conforto corporativo. É condição de sobrevivência institucional.
Thiago Mehari Ferreira Martins, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Presidente da Asmego, a juíza Nathália Arantes participou de reunião administrativa na presidência do TJGO, para tratar de temas pertinentes à magistratura. O encontro foi conduzido pelo presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim. Participaram também o primeiro vice-presidente do TJGO, desembargador Fabiano Abel de Aragão Fernandes; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Marcus da Costa Ferreira; e os juízes auxiliares da presidência Marina Buchdid, Gustavo Assis Garcia. A juíza Simone Pedra Reis, diretora jurídica da Asmego, também esteve presente na reunião.
O juiz Thiago Mehari Ferreira Martins foi nomeado coordenador de Igualdade Racial da Asmego. Pela portaria assinada pela presidente da associação, juíza Nathália Arantes, compete ao Coordenador de Igualdade Racial: assessorar a Presidência e a Diretoria na proposição, coordenação e acompanhamento de ações, programas e iniciativas voltadas à promoção da igualdade racial, da diversidade, da inclusão e do enfrentamento a todas as formas de discriminação, em consonância com os princípios institucionais da Asmego.Desejamos as boas-vindas ao juiz Thiago Mehari, que passa a integrar os quadros da nossa associação com seu competente trabalho.
O diretor cultural da Asmego, juiz Abílio Wolney Aires Neto, representou a associação nas solenidades em comemoração aos 40 anos do Palácio da Justiça Desembargador Clenon de Barros Loyola: a inauguração da exposição “40 Anos do Palácio da Justiça”, na Pinacoteca Desembargador Camargo Neto, na sede do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), e o descerramento da placa comemorativa, na entrada principal.A Pinacoteca reúne documentos, imagens e registros históricos da Justiça goiana. A mostra será realizada até 17/7, com painéis temáticos, fotografias históricas, documentos, registros de imprensa e obras documentais tuteladas pelo Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás. O percurso conta ainda com um espaço participativo, destinado ao registro de lembranças, experiências e memórias relacionadas ao Palácio da Justiça.
A diretora-adjunta Administrativa e Financeira da Asmego, juíza Ana Paula de Lima Castro, representou a associação na “Caminhada da Justiça – Direitos, Histórias e Transformações”, de Goiânia a Trindade, na Romaria do Divino Pai Eterno 2026.O evento de fé foi organizado pela Coordenadoria de Planejamento e Gestão de Eventos Institucionais do @tjgooficial, e reuniu magistrados, servidores do tribunal e seus familiares na Rodovia dos Romeiros e no Santuário Basílica do Divino Pai Eterno.
Diretor de Esportes e Saúde da Asmego, o juiz Gabriel Lisboa representou a associação no evento de inauguração da revitalização do Fórum Central da comarca de Anápolis, do 1º e do 2º Juizados Especiais Cíveis, e do novo Cantinho da Primeira Infância da comarca. Ele ressaltou que os novos espaços fortalecem a humanização da prestação jurisdicional. O magistrado observou que, além da revitalização dos prédios, a implantação do Cantinho da Primeira Infância demonstra a preocupação do Poder Judiciário em acolher magistradas, servidoras, advogadas, partes e demais usuários que necessitam de um ambiente adequado para o cuidado de crianças pequenas durante a permanência no fórum. “O Judiciário mostra que é um espaço acolhedor, onde as pessoas podem exercer seus direitos com dignidade e inclusão”, disse.
Diretor da Asmego, o juiz Fernando Chacha (pautas remuneratórias) tem promovido, ao lado do professor Thiago Ferreira, um ciclo de palestras dedicado à conscientização e à preparação de educadores para os desafios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente no ambiente escolar.A iniciativa tem levado conhecimento e ferramentas práticas a centenas de participantes, com orientações sobre prevenção, compreensão dos comportamentos antecedentes e manejo adequado de situações de crise em sala de aula. Para o magistrado, o ciclo representa uma importante ação de inclusão e transformação social. “Estamos plantando sementes de curto e médio prazo. Esse ciclo de palestras tem sido formidável e engrandecedor, pois contribui para a construção de uma sociedade mais preparada e inclusiva”, destaca.Conforme salienta, “a preparação de educadores para lidar com as especificidades do autismo fortalece o acolhimento aos estudantes, apoia professores e reafirma o compromisso do Poder Judiciário com iniciativas que promovem cidadania, inclusão e aproximação com a sociedade”.
A Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) cumprimenta o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, pelos 500 dias de gestão inovadora e exitosa.
De acordo com o TJGO, desde a posse, em fevereiro de 2025, até junho deste ano, foram 50 obras entregues na capital e no interior do Estado, média de uma inauguração a cada dez dias. No período, o TJGO também acumulou quase 30 prêmios nacionais, incluindo 18 primeiros lugares, desenvolveu ações de cidadania, inclusão social e acesso a direitos, e se consolidou como um dos mais eficientes do país.A Asmego parabeniza a gestão e externa seus votos de que continue a se desenvolver com eficiência e prosperidade.
ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS ASMEGO
PORTARIA Nº 004 DE 18 DE JULHO DE 2026
A PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições estatutárias,
Dispõe sobre a alteração da composição da Diretoria de Comunicação da ASMEGO.
RESOLVE:
Art. 1º Fica desligado da função de membro da Diretoria de Comunicação da ASMEGO o Dr. Eduardo Peres, a partir da data de publicação desta Portaria.
Art. 2º Permanece nomeada para compor a Diretoria de Comunicação da ASMEGO, como única integrante, a Dra. Lígia Nunes de Paula, que continuará exercendo as atribuições inerentes à função.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
A Asmego, representada pela presidente Nathália Arantes e pelo diretor institucional Eduardo Oliveira, participou da solenidade de posse do desembargador Fabiano Abel de Aragão Fernandes no cargo de 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). A posse ocorreu após a aposentadoria voluntária do desembargador Amaral Wilson, que ocupava a função.Natural de Goiânia, Fabiano Abel de Aragão Fernandes ingressou na magistratura goiana em 1993. Ao longo de sua trajetória, atuou como Juiz titular nas comarcas de Taquaral de Goiás, São Luís de Montes Belos, Anápolis e Goiânia. Integrou a Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional, o Conselho Estadual de Tóxicos e Entorpecentes e o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, na condição de membro suplente.Dentre os anos de 2019 e 2021, exerceu a função de juiz auxiliar da Presidência do TJGO. Posteriormente, atuou como juiz substituto em segundo grau até sua posse como desembargador, em julho de 2022. “Cumprimentamos pela trajetória ao tempo em que desejamos êxito na nova função. Temos certeza de que será exercida com muita seriedade e comprometimento”, afirma a presidente da Asmego.
“Deixo uma mensagem de otimismo para as magistradas e os magistrados em exercício e àqueles que almejam ingressar na carreira. Reconheço que o Judiciário brasileiro atravessa um momento desafiador. Contudo, é preciso compreender que a magistratura sempre foi, e continuará sendo, uma trajetória de luta constante, em que avanços e retrocessos fazem parte da dinâmica da profissão. Reitero, portanto, meu sentimento de esperança e estímulo a todos que permanecem na função ou que pretendem integrar esta nobre carreira.” Ao se aposentar com uma trajetória exemplar, o desembargador Amaral Wilson de Oliveira nos deixa essas palavras de estímulo e sabedoria. A Asmego o felicita pela história honrosa e ressalta que seu legado inspira e continuará inspirando gerações. O magistrado foi aposentado voluntariamente por decreto assinado nesta terça-feira (16) pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, desembargador Leandro Crispim.
Representando a Asmego, a presidente Nathália Arantes e o diretor institucional, Eduardo Oliveira, participaram da abertura do 8º Encontro Regional das Corregedorias, na comarca de Iporá.O evento foi aberto pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, e pelos corregedores desembargadores Marcus da Costa Ferreira (Geral) e Anderson Máximo de Holanda (Foro Extrajudicial). O encontro alcança a 10ª Região Judiciária e tem parceria com a Escola Judicial do TJGO (Ejug). “Os encontros são fundamentais para aproximar a Judiciário do jurisdicionado, para compreender as dificuldades das comarcas e buscar solucioná-las. Por isso, a Asmego procura sempre estar presente, demonstrando seu apoio”, ressalta Nathália Arantes.
Presidente da Asmego, a juíza Nathália Arantes participou da solenidade de posse da juíza Vanessa Nogueira Antunes Ferreira e do juiz Marcos Rogério Alves Ribeiro, que passam a integrar a magistratura goiana por meio de permuta com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS). A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TJGO, desembargador Leandro Crispim, no Salão Nobre da Presidência. A juíza Vanessa Nogueira Antunes Ferreira foi designada para a comarca de Nerópolis, enquanto o juiz Marcos Rogério Alves Ribeiro passa a atuar na comarca de Quirinópolis.A Asmego deseja boas-vindas aos novos magistrados e reafirma seu compromisso de atuar em defesa da magistratura, fortalecendo a integração e o acolhimento daqueles que passam a compor os quadros do Poder Judiciário goiano.
Representando a Asmego, a presidente Nathália Arantes participou do 1º Encontro do Comitê de Equidade e Diversidade de Gênero do TJGO, em Goiânia.Com o tema “Gênero, Diversidade e Justiça: Caminhos para a Equidade no Judiciário Goiano” , o evento promoveu reflexões sobre equidade, inclusão, diversidade e acesso à Justiça, reunindo integrantes do sistema de Justiça e especialistas para o compartilhamento de experiências e boas práticas institucionais.“A Asmego prestigia e apoia iniciativas que contribuam para o fortalecimento de uma cultura de respeito, valorização das diferenças e promoção de ambientes cada vez mais inclusivos no Poder Judiciário”, afirma a presidente Nathália Arantes.
“A verdade é incontestável. A malícia pode atacá-la, a ignorância pode zombar dela, mas no final ela permanece.”— Winston Churchill
Temos que ter no pensamento que a verdade sempre será a verdade. Interpretações da verdade, meias verdades, nada mais são do que uma narrativa — uma tentativa de defender pontos de vista à custa de um bem sagrado, que é a verdade.
Hoje, no nosso país, temos notado uma crescente de situações em que a verdade não prevalece, mas sim brigas ou defesas de situações baseadas em uma guerra, numa ideologia, numa convicção pessoal íntima. Não se constrói uma grande nação, um grande povo, sem o respeito à verdade.
Narrativas e construções são, sim, eficientes para dizimar pensamentos, para o controle de massas e também para a conquista do poder. É lamentável que assim seja.
Por isso, precisamos lançar luz sobre essa realidade, para que as pessoas entendam que, mais importante do que qualquer ideologia ou qualquer discurso enfático, é a verdade. Somente a verdade pode trazer a cura de um país, pode levá-lo a ser uma nação com real preocupação civilizatória, com compromisso humanístico e com a dignidade e a honra do seu povo.
Assim, para a formação do espírito de uma nação de grandeza, precisamos, mais do que tudo, mudar o pensamento. Precisamos, acima de tudo, que todos cultivem um espírito crítico — sim — mas um espírito crítico centrado na verdade. A crítica disfarçada de acusação, disfarçada de meia-verdade, não trará paz nem pacificação ao país, não trará crescimento civilizatório.
Não tenho todas as verdades, mas tenho no fundo da alma uma certeza: os juízes Brasileiros não são o problema dessa nação.
Em sua arrasadora maioria, são comprometidos com a grande responsabilidade de julgar, aprovados em concursos rigorosos, submetidos a controles extremos e com várias restrições de direitos, que não são comuns a outras carreiras.
Portanto, defendo aqui que, acima de tudo, o espírito do povo seja sempre nutrido disso: da mais pura verdade — que trará a justiça, a paz e a honra ao seu povo.
“Três coisas não podem permanecer ocultas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade.”
Murilo Vieira de Faria, desembargador
— Buda
Presidente da Asmego, a juíza Nathália Arantes participou do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional, realizado em Goiânia, que reuniu magistrados, gestores públicos, especialistas e representantes da sociedade civil para discutir os desafios da regularização fundiária no Brasil.O seminário colocou em discussão temas como governança fundiária, integração com políticas públicas de urbanização, sustentabilidade territorial, a desburocratização de procedimentos e a resolução consensual de conflitos. Nathália Arantes foi uma das debatedoras do painel sobre o papel transformador do Poder Judiciário na concretização dos direitos humanos fundamentais por meio da regularização fundiária.“Mais do que reconhecer a propriedade, a regularização fundiária promove cidadania, segurança jurídica e dignidade. O Poder Judiciário tem papel fundamental na construção de soluções que garantam direitos, previnam conflitos e contribuam para uma sociedade mais justa e inclusiva”, destacou a presidente da Asmego.Corregedor do Foro Extrajudicial do TJGO, o desembargador Anderson Máximo de Holanda também participou do evento.