O desembargador aposentado e diretor extraordinário da ASMEGO, Djalma Tavares de Gouveia será homenageado pela Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas do Estado de Goiás (AFAPEGO), na próxima sexta-feira (22), às 20 horas. Na ocasião, a AFAPEGO fará a inauguração da sua biblioteca que levará o nome do desembargador. A homenagem será realizada na sede da associação, na Rua 93, nº 225, Setor Sul.
O XV Campeonato Nacional de Tênis dos Magistrados promovido pela AMB e organizado pela Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), acontecerá entre os dias 1º e 5 de dezembro no Rio de Janeiro. As inscrições serão feitas pelo site da AMB e os interessados devem informar, entre outras coisas, a data de nascimento e a categoria na qual desejam competir. A Amaerj também oferece duas opções de hospedagem para o evento. As reservas devem ser feitas até o dia 5 de novembro, através do e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou do tel. (21) 3133-2315 (falar com a funcionária Amélia).Clique aqui para ler o regulamento, preencher o formulário de inscrição e conhecer as opções de hospedagem.
O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) expediu edital noticiando a vacância do cargo de desembargador, a ser provido pelo critério de antiguidade. Conforme o ato, publicado nesta sexta-feira (22) no Diário da Justiça Eletrônico, os interessados, juízes de direito de entrância final que se situem na primeira quinta parte da lista de antiguidade, deverão instruir seus pedidos no prazo improrrogável de cinco dias, contados da publicação do edital, de acordo com o artigo 99, § 4º, da Lei nº 9.129, de 22 de dezembro de 1981 (Código de Organização Judiciária do Estado de Goiás).
Foi publicado nesta quinta-feira (21) no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Edição 685, Seção I, o edital de deferimento da inscrição definitiva de 51 candidatos que estão participando do 54º Concurso Público de Juiz Substituto de Goiás, para provimento de 40 vagas. Deste total, oito foram deferidas através liminares concedidas em mandados de segurança, relativas às provas de sentença.De acordo com o edital assinado pelo presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do TJGO, desembargador Walter Carlos Lemes, tiveram suas inscrições deferidas os seguintes candidatos:Adriana Maria dos Santos,Alessandro Luiz de Souza, Alex Alves Lessa, Aline Freitas da Silva, Ana Paula de Lima Castro, Ana Paula Villas Boas,Bianca Melo Cintra,Carlos Gustavo Fernandes de Morais, Christiana Aparecida Nasser Saad,Cláudia Silvia de Andrade, Diego Custódio Borges,Eduardo Cardoso Gerhardt,Eduardo Perez Oliveira, Fábio Vinícius Gorni Borsato,Flávia Morais Nagato de Araújo Almeida,Gabriel Consigliero Lessa, Guilherme Sarri Carreira,Hanna Lídia Rodrigues Paz Cândido, Itala Maria de Nazaré Braga Moura, Joyre Cunha Sobrinho, Laila Kerckhoff dos Santos, Luciane Cristina Duarte dos Santos,Luciano Borges da Silva,Márcio Morrone Xavier,Murilo da Silva Frazão,Nilda Mara Miranda de Freitas Jacome, Nina Sá Araújo, Nunziata Stefania Valenza Paiva, Patricia Machado Carrijo, Paulo Afonso de Amorim Filho (sub judice),Raquel Fratantonio Perini,Raul Batista Leite,Sílvio Jacinto Pereira, Sthella de Carvalho Melo, Sylvia Amado Pinto Monteiro, Tatiana Oliveira Povoa,Tatianne Marcella Mendes Rosa Borges,Thiago Bertuol de Oliveira,Thiago Brandão Boghi,Thiago Cruvinel Santos, Thiago Soares Castelliano L. de Castro, Tiago Luiz de Deus Costa Bentes,Vânia Silveira Rezende Bombig e Vivian Martins Melo.LiminaresTiveram suas inscrições definitivas deferidas por decisão em liminar, concedida no Mandado de Segurança nº 349744-16.2010.8.09.0000 (20109397440), relativa às provas de sentença, as seguintes candidatas: Andréa Sócrates de Bastos, Alynne de Lima Gama Fernandes Oliveira, Ana Carla Dias Lucas, Fabíola Maria Padovani de Brito e Thaís Ribeiro Franco.De igual modo, foram deferidas através de liminares concedidas em mandados de segurança, também referente a esta fase, as inscrições Jaqueline Rodrigues da Cunha (331595-69.2010.809.0000),Rodrigo Correa Batista (356595-71.20109355950) e Marcelo Santana Farias (345219-88.2010.8.09.0000-20109352196)
Motivo de permanente insatisfação dos advogados, os honorários recebidos em causas ganhas contra a Fazenda Pública devem ter regras objetivas de cálculo no novo Código de Processo Civil (CPC). A promessa é do relator-geral do projeto (PLS 166/10), senador Valter Pereira (PMDB-MS), que atualmente estuda as sugestões apresentadas por advogados, instituições jurídicas e pela sociedade em geral nas dez audiências públicas realizadas nos estados e por meio da internet.- Não quero antecipar a solução, mas posso adiantar que vou enfrentar esse problema e dotar o projeto de critérios objetivos - salienta.Como regra geral, informa o senador, os juízes condenam quem perde uma causa a pagar os serviços do advogado da parte vencedora, os chamados honorários de sucumbência. Os magistrados costumam determinar o pagamento de, no mínimo, 10% e, no máximo, 20% sobre a quantia da condenação ou, na ausência desta, sobre o valor dado à causa. No entanto, essa regra não se aplica quando a parte vencida é a Fazenda Pública, detentora dos bens da União, estados ou dos municípios. Nesses casos, afirma o relator, o juiz aplica a chamada "apreciação equitativa", resultado de "sua livre apreciação".- Se o advogado levou de duzentas a quatrocentas horas dedicado a provar o direito do cidadão e a Fazenda Pública perde a causa, mesmo se a lide envolver milhões, o juiz poderá entender que os honorários correspondem a uma quantia mínima, quase simbólica. Mas há também casos raros e inexplicáveis de valores exorbitantes - comparou o senador.Acesso à JustiçaO novo CPC está sendo elaborado com a finalidade de ampliar e baratear o acesso à Justiça, simplificando os ritos processuais. Entre outras medidas, a reforma pretende valorizar a mediação e a conciliação como alternativas para a solução de conflitos, o que evitaria a abertura do contencioso judicial em muitos casos.- A mediação e a conciliação são fundamentais para desafogar o Judiciário - afirma o senador, ao lembrar que aproximadamente 90 milhões de processos se acumulam hoje na Justiça em todo o país.Durante as audiências, diversas vozes do Judiciário foram contrárias à idéia, defendida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de reservar a advogados com registro na instituição o papel de mediador de conflitos. Para a OAB, mesmo para a formalização de um acordo extrajudicial, apenas os advogados conhecem o suficiente das leis e do Direito para assessorar a partes. Nos entanto, outros segmentos acreditam que o mais importante seria a habilidade do negociador, independentemente da formação, sobretudo em questões de fundamento psicológico e social. O próprio juiz que atuasse no caso poderia garantir suporte quanto aos aspectos legais.- São justas e importantes tanto as alegações da OAB quanto as dos demais segmentos, e eu já tenho na cabeça a solução que vai conciliar as duas tendências - garantiu o relator, sem adiantar detalhes.
A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, destacou, nesta quinta-feira (21/10), a importância de uma maior aproximação das Corregedorias-Gerais dos Tribunais com a Corregedoria do CNJ “no sentido de trocar experiências, afinar percepções e potencializar virtudes”. A ministra abriu, na manhã desta quinta-feira (21/10), o primeiro dia do Encontro Nacional dos Corregedores Gerais de Justiça, em Brasília. O evento reúne, durante quatro dias, corregedores gerais e juízes auxiliares das Corregedorias de Justiça de todo o país, no intuito de debater medidas que contribuam para o aprimoramento do Judiciário.A corregedora lembrou que “os Tribunais de Justiça já foram ilhas isoladas, eram absolutos e autônomos, mas isso acabou, pois o Poder Judiciário é único e todos, indistintamente, estão sujeitos à obediência da Lei de Responsabilidade Fiscal, à Lei Orgânica da Magistratura Nacional e à Constituição Federal, por isso a necessidade de uniformizar ações”.Neste primeiro dia de encontro, a ministra pediu que os corregedores de justiça mantenham uma ação efetiva e controladora em seus estados e que acompanhem a correta prestação jurisdicional. Solicitou ainda empenho para que sejam examinadas as causas do atraso na prestação do serviço jurisdicional e defendeu medidas alternativas que dão maior celeridade à solução de alguns conflitos, como a mediação ou a conciliação.O Encontro Nacional de Corregedores Gerais de Justiça que tem como tema a Eficiência das Corregedorias dos Tribunais de Justiça, reúne, neste primeiro dia, corregedores dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e vai prosseguir nos dias 22, 26 e 27, com corregedores gerais de outros Tribunais de Justiça.Qualificação – No encontro, a ministra destacou a importância da qualificação dos juízes em assuntos do dia-a-dia da Justiça, e não em formações que nem sempre são compatíveis com as reais necessidade do Judiciário. A ministra Eliana destacou que é preciso ter tolerância zero com a corrupção e pediu que os corregedores permaneçam alertas quanto às denúncias que chegam da sociedade.
O presidente da AMB, Mozart Valadares Pires, e o presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), Antonio Silveira Neto, se encontraram nesta quinta-feira (21) com o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ives Gandra, para uma conversa sobre o pagamento de precatórios devidos pelo governo.A Emenda Constitucional nº 62, de dezembro de 2009, prorrogou para os próximos 15 anos o pagamento desses atrasados. Antes, o prazo já havia sido estendido em 1988 e novamente em 2000. O que está em debate é como acelerar esse pagamento já que, segundo Gandra, o cálculo feito através das proposições da emenda não possibilita que seja paga nem a metade dos precatórios atrasados.A EC 62 também permite o uso de um percentual mínimo (entre 1% e 2%) da receita corrente líquida para a quitação dos precatórios. Ela prevê, ainda, o pagamento das dívidas por meio dos chamados "leilões reversos", que estabelecem como o primeiro credor contemplado aquele que aceitar o maior desconto no valor do precatório.Gandra, que também é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), coordena um grupo de trabalho criado pelo Conselho para o estudo e apresentação de medidas administrativas para regulamentar a emenda. No Brasil, há 280 mil precatórios. Juntos, eles somam R$ 84 milhões, devidos pelos governos estaduais e pela União. O grupo quer orientar os tribunais de Justiça para que o pagamento seja uniformizado em todo o país.A questão segue sendo discutida com os tribunais de justiça de todo o país e, segundo Silveira, a expectativa é que o pagamento dos precatórios possa ser definido o quanto antes. "Esperamos que as mudanças na emenda sejam acatadas e que haja efetividade no pagamento dos precatórios ", destacou o juiz.
O desembargador Rogério Arédio, que é escritor e membro da Câmara Brasileira do Livro, foi convidado para participar da cerimônia de entrega do 52º Prêmio Jabuti, que será realizada no dia 4 de novembro, na Sala São Paulo, na Praça Júlio Prestes, s/nº, Luz, São Paulo. O magistrado sempre participa da votação para a escolha dos finalistas.No Regimento Interno do Prêmio, criado em 1959, constam apenas sete categorias de premiação: Literatura, Capa e Ilustração, Editor do Ano, Gráfico do Ano, Livreiro do Ano e Personalidade Literária. Atualmente, são contempladas todas as esferas envolvidas na criação e produção de um livro, em um total de 21 categorias, passando pela tradução, ilustração, capa e projeto gráfico, além das categorias tradicionais como Romance, Contos e Crônicas, Poesia, Reportagem, Biografia e Livro Infantil. Por sua abrangência, o Jabuti é considerado o maior e mais completo prêmio do livro no Brasil.
A AMAPI firmou parceria com o Portal Cidade Verde (www.cidadeverde.com) na qual o debate entre os candidatos a presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) será transmitido na íntegra pela portal. Desta forma, os magistrados de todo o País poderão acompanhar o debate que acontece amanhã, dia 22, a partir das 19h, na sede da AMAPI. Além disso, o debate será também acompanhado simultaneamente pelo site da AMB e da APAMAGIS.O debate vai reunir os dois candidatos, juiz Gervásio Santos (MA) e o Desembargador Nelson Calandra (SP). O debate será mediado pela jornalista Nadja Rodrigues.Os 02 candidatos irão debater com os juízes e desembargadores do Piauí, inclusive as pensionistas, sobre seus planos, metas e propostas de gestão à frente da AMB, cuja eleição será realizada no dia 26 de novembro.Estarão presentes nesse grande evento, o Presidente da AMAPI, Des. Sebastião Ribeiro Martins, o Presidente do TJ-PI, Des. Edvaldo Pereira de Moura, os dois candidatos à Presidência da AMAPI, juízes José Airton Medeiros de Sousa e Carlos Hamilton Bezerra Lima, além de desembargadores, juízes e convidados.Esta é a primeira vez na história da magistratura brasileira que acontece um debate transmitido por um portal de notícias, possibilitando assim o acompanhamento de todos os interessados.
Os juízes substitutos do Distrito Federal e Territórios devem estar vinculados a uma vara ou conjunto de varas ou circunscrição judiciária e têm direito à inamovibilidade, ou seja, não podem ser removidos para outro juízo, exceto se assim o desejarem ou como forma de punição e motivo de interesse público por decisão de órgão colegiado.O entendimento é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que acatou (por 7 votos a 6) a posição do conselheiro Walter Nunes da Silva Jr. no Pedido de Providências (PP0005955-90.2010) da Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios. Segundo o conselheiro, a inamovibilidade não é direito exclusivo do juiz titular. “Também é atributo inerente ao juiz substituto”, defendeu Walter Nunes.
A ASMEGO protocolou documento, no último dia 18, junto ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), solicitando a revogação do ofício circular nº 083/2010, expedido pela Corregedoria-Geral de Justiça no dia 17 de junho deste ano. Por meio do ofício, a Corregedoria determinou que seja dado cumprimento ao artigo 56 da Lei nº 13.644/2000, o qual estabelece que compete aos diretores de foro promover a lotação dos escreventes judiciários nas serventias que necessitem de seus serviços. No ofício protocolado pela ASMEGO, a associação solicita o apoio da Corregedoria para adaptação da estrutura judiciária às novas demandas e salienta que o ofício nº 83 fere o poder discricionário dos diretores de foro.Para visualizar o ofício protocolado pela ASMEGO, clique aqui.
O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, desembargador Paulo Teles, assinou nesta quinta-feira (21) o Decreto Judiciário nº 2598/10, dispondo que no âmbito do Poder Judiciário estadual, a data do funcionário público será comemorada no próximo dia 29, havendo expediente normal no dia 28. Também observa que será ponto facultativo no dia 1º de novembro, segunda-feira, que antecede o Dia de Finados, que transcorre no dia 2 subsequente.O ato dispõe, ainda, que a iniciativa “não altera o estabelecido acerca dos plantões para o atendimento de questões judiciais urgentes, nem se aplica a servidores cujas atividades, por sua natureza ou em razão do interesse público, tornem indispensável a continuidade do serviço, a juízo dos respectivos comandos”. Ao assinar o expediente, Paulo Teles considerou que “dada a proximidade das duas datas, justificada se torna a busca de condições propícias não só ao cumprimento da programação da semana do servidor, mas também ao subsequente recolhimento para guardar o dia de finados, em que se reverencia a memória dos mortos”. Por último, o desembargador-presidente considerou que as condições alusivas aos dois feriados “contribuem também para o exercício do sufrágio universal, por facilitar o comparecimento às eleições que transcorrem no dia 31 de outubro”.Texto: Lílian de França
Nesta sexta-feira (22/10) o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), desembargador Paulo Teles, será palestrante no Encontro Regional do Vale do Araguaia, promovido pela Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego). O encontro reúne juízes de comarcas da região para discussão, troca de ideias e de experiências no que se refere às boas préaticas na prestação jurisdicional. O evento é realizado uma vez ao ano e neste ano terá início às 9h, no fórum de Itauçu.A região Vale do Araguaia é formada pelas comarcas de Goiás, Mozarlândia, Nova Crixás, Aruanã, Jussara, Itapirapuã, Fazenda Nova, Montes Claros, Itaberaí, Itapuranga, Taquaral, Mossâmedes, São Miguel do Araguaia e Itauçu. De acordo com o coordenador da região, juiz Joviano Carneiro Neto, de Nova Crixás, os magistrados aproveitarão para discutir também questões institucionais da categoria.
O debate Comunicação e Vida em Rede: Pilares para o Desenvolvimento Sustentável, que integra a programação do IV Encontro Nacional de Juízes Estaduais (Enaje), é um dos momentos mais aguardado pelos participantes do evento, que acontecerá em Aracaju (SE), de 11 a 13 de novembro.Com vasto conhecimento na área, o, palestrante Gláucio Siqueira de Minas Gerais é engenheiro eletrônico e de telecomunicações com distinção pela PUC de Minas Gerais e Licenciatura em Matemática pela UFMG, com título de mestre em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e PHD pela Universidade de Londres (University College London), Inglaterra. Desde 1989, trabalha no Centro de Estudos em Telecomunicações (Cetuc) da PUC do Rio de Janeiro, na qual exerce o cargo de professor associado.
Pela segunda vez em Goiás, magistrados atenderão cidadãos e esclarecerão suas dúvidas sobre processos e demais informações da área judiciária durante a realização do Projeto Justiça na Praça nos dias 17, 18 e 19 de novembro, na Praça Cívica, em Goiânia. O objetivo é promover ações para aproximar o Poder Judiciário da população, demonstrando que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) está aberto para atender o cidadão. De acordo com o presidente do TJGO, desembargador Paulo Teles, o juiz precisa ser amigo da população e conhecedor dos anseios da comunidade.Também serão realizados 192 audiências de conciliação, referentes ao seguro DPVAT, incluindo perícias médicas, e atendimentos sociais como registro civil e casamento comunitário, organizado pela Organização das Voluntárias do Judiciário (OVJ). A população também poderá conferir todos os projetos desenvolvidos e em desenvolvimento na gestão do desembargador-presidente Paulo Teles, que estão distribuídos nas áreas educacionais, sociais, ambientais e jurídicas.De acordo com o juiz-auxiliar da Presidência, Enyon Fleury de Lemos, coordenador do grupo gestor responsável pelo projeto, a organização do evento está preparando uma grande estrutura para garantir mais conforto às pessoas que participarão da ação e abrigar gabinetes dos juizes-auxiliares e estandes da Ouvidoria, do Centro de Comunicação Social, da Organização das Voluntárias do Judiciário (OVJ), da Secretaria de Gestão Estratégica, da Diretoria Geral, da Coordenadoria de Obras, da Controladoria Interna e das Diretorias Administrativa, Financeira, de Informática, Judiciária, e de Recursos Humanos.O Justiça na Praça pretende aproximar a população do magistrado, que ouvirá suas necessidades. Enyon informa ainda que o cidadão poderá conhecer a estrutura do Poder Judiciário e ser esclarecido sobre seu funcionamento, incluindo a demonstração da aplicação dos recursos financeiros e gestão de pessoas. “Será uma oportunidade de informar como ocorre a tramitação legal e esclarecer sobre os prazos que devem ser respeitados. A população terá a oportunidade de conhecer a realidade atual de um Poder Judiciário dinâmico e preocupado com a situação social”, pontua o magistrado.Paulo Teles espera que o número de atendimentos seja maior do que na primeira edição do projeto em 2009, quando foram feitos 1.254 atendimentos. “Esse é o ponto alto do administrador, saber o que o povo pensa e se criticado, procurar corrigir”, disse. Já o diretor do Foro de Goiânia, juiz Carlos Elias da Silva, destaca que a iniciativa proporciona contato direto da população com a Presidência do TJGO e suas diretorias, “cumprindo o propósito da atual gestão de tornar o Judiciário mais acessível ao cidadão”.O grupo gestor do Justiça na Praça é formado pelos os juízes-auxiliares Enyon Fleury de Lemos (coordenador) e Wilton Muller Salomão, o diretor do Foro de Goiânia, Carlos Elias da Silva, o diretor administrativo do TJGO, Paulo César Araújo de Castro, a assessora técnica da Presidência, Sandra Fleury Nogueira, e o diretor da Divisão de Patrimônio do TJGO, Pedro Luchessi Junior.
A Comissão Eleitoral da AMB, designada para regulamentar e fiscalizar as eleições do Conselho Executivo e Fiscal para o triênio 2011/2013, se reunirá nesta quinta-feira (21), a partir das 11h, na sede da associação, em Brasília (DF). Na ocasião, também estarão presentes os representantes das chapas que concorrem ao pleito: NOVOS RUMOS e AMBCOMCOMVOCÊ, além de representantes da diretoria da AMB. Os candidatos que concorrem à presidência da entidade também foram convidados a participar da reunião.De acordo com o presidente da Comissão Eleitoral, Roberval Casemiro Belinati, o objetivo do encontro é discutir as questões referentes às eleições da entidade. Entre os assuntos programados estão o esclarecimento das dúvidas do sistema de votação, o papel das comissões eleitorais em cada estado e das associações filiadas, além dos direitos das chapas durante o processo eleitoral.
Todo o investimento que se fizer no combate ao bullying no país resultará, em contrapartida, na diminuição da violência e da criminalidade nas escolas. Essa é a convicção dos especialistas que participaram da abertura do seminário de lançamento do Projeto Justiça nas Escolas, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quarta-feira (20/10). O evento, que tem a proposta de discutir o assunto, acontece durante todo o dia no auditório da Escola de Magistratura Federal (ESMAF), em Brasília.A ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, que abriu os trabalhos, destacou a importância do seminário como uma ação efetiva do Judiciário. Segundo a corregedora, “essa nova roupagem do CNJ, que também se apresenta como solucionador de conflitos, fortalece as instituições e possibilita uma nova inserção do Conselho na aproximação, no combate e na prevenção dos problemas das crianças e adolescentes do País”.A corregedora lembrou que o problema do bullying é de grande dimensão e “o papel do CNJ é, também, levar a todos os conhecimentos necessários para enfrentar os obstáculos que se apresentam no âmbito da sociedade”. O Conselho – segundo a ministra - “vai envidar todo esforço possível para ajudar pais e educadores a mudar essa situação que tem se registrado de forma crescente nas comunidades e nas escolas brasileiras”Sujeitos de direito – Já a secretária de educação básica do Ministério da Educação Maria Pilar Lacerda Almeida, afirmou que, antes da Constituição de 1988, crianças e adolescentes não eram sujeitos de Direito. No entanto, as concepções traçadas a partir da atual Carta Magna consolidaram uma nova postura nesse sentido, que levou crianças e adolescentes a serem mais ouvidos.O juiz William D. King, do Texas (EUA), Estados Unidos, também relatou a experiência americana no combate e na prevenção do bullying. King disse que “o bullying não é produto de escola e sim, do comportamento aprendido em casa”. O tema ainda recebeu considerações do professor José Afonso Mazzon, da Universidade de São Paulo e do juiz auxiliar da presidência do CNJ, Daniel Issler (coordenador científico do seminário).Cartilha - Uma das ações do CNJ de combate ao bullying foi marcada pelo lançamento da cartilha Bullying. O trabalho didático, produzido pelo CNJ, foi elaborado pela médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, também autora do livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas”. A médica foi uma das palestrantes do seminário, ocasião em que desenvolveu uma espécie de “cartografia” do problema, considerado por ela “um fenômeno social e ato covarde”.
Integrantes da comissão designada pela AMB, para analisar o anteprojeto de reforma do Código de Processo Civil (CPC), enviaram nesta quarta-feira (20), novas sugestões ao relator-geral do projeto, senador Valter Pereira (PMDB-MS).Segundo o magistrado membro da comissão do CPC, desembargador Paulo Henrique Moritz, a formação da comissão aproximou os laços entre os magistrados e os juristas responsáveis pelo projeto. “Muitas mudanças propostas para o Código atendem ao interesse da magistratura. As sugestões são recebidas com grande entusiasmo pelo grupo”, afirma Moritz.O desembargador destaca ainda que a receptividade da comissão do CPC com o Senado Federal permitiu facilidades para que a magistratura pudesse sugerir suas propostas. A expectativa é de que o anteprojeto seja votado até o final do ano no Senado.