O diretor de Cultura da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), desembargador Itaney Francisco Campos, o diretor-adjunto, juiz substituto em segundo grau Wilson Faid, e o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, juiz Paulo César Alves das Neves estiveram na manhã de hoje (29/02) com o gestor do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), Nasr Chaul, na sede do complexo de cultura, em Goiânia. Em pauta, a formalização de uma parceria entre a ASMEGO e o CCON na realização de atividades de caráter cultural que envolva os integrantes da magistratura em Goiás. E a depender do resultado deste primeiro encontro, a parceria deve gerar bons resultados em breve. Na reunião, o juiz Paulo César representou o presidente da ASMEGO, juiz Gilmar Luiz Coelho, que estava em outro compromisso da associação.O gestor do CCON, Nasr Chaul, comprometeu-se a apresentar aos diretores da entidade, já na próxima semana, uma proposta de ações que poderão ser desenvolvidas em parceria com a ASMEGO aproveitando-se dos espaços do Centro Cultural. Dentre as propostas apresentadas por Chaul, estão apresentações da Orquestra Filarmônica de Goiás com efetiva participação dos magistrados; lançamentos de livros de autores juízes; mostras de cinema cuja temática tenha relação com o universo da magistratura, com sessões que possam ser seguidas de debates; entre outras atividades, como seminários, oficinas, shows musicais e luaus culturais que, segundo o gestor do Centro Cultural, podem ser pensadas já para este semestre. A previsão de Chaul é de que a obra do CCON esteja completamente concluída até o dia 28 de abril.De acordo com o desembargador Itaney Campos, é preciso mostrar para a sociedade que o juiz não está só dentro dos seus gabinetes envolvido com os processos, mas também vive e produz Cultura. “Essa é uma iniciativa importantíssima da ASMEGO. Sabemos que temos juízes que são muito bons poetas, escritores e músicos”, citou Chaul. “Precisamos romper com um certo preconceito, de que os juízes pertencem a uma classe fechada”, afirmou o desembargador Itaney. Para iniciar as atividades da área cultural, os diretores da ASMEGO solicitaram apoio de Chaul para que a entidade consiga reunir acervo público para uma exposição de artes plásticas na sede da própria associação.O gestor do CCON presenteou os magistrados e a própria ASMEGO com as obras que integram a Biblioteca Clássica Goiana, publicação que reúne dez dos mais expoentes escritores goianos, entre eles José J. Veiga, Miguel Jorge, Ely Brasiliense, Hugo de Carvalho Ramos, Carmo Bernardes, entre outros. “As obras vão dar início à estante de escritores goianos da ASMEGO”, adiantou o desembargador Itaney. Os representantes da entidade receberam também, das mãos de Chaul, um exemplar que traz parte da obra do artista plástico italiano Cesare Berlingeri.
Por meio da AMB, com apoio das Associações filiadas (entre elas, a ASMEGO - veja matéria aqui no site), da Ajufe, da Anamatra e das entidades da Frentas, foi apresentada emenda para excluir o Poder Judiciário do Projeto de Lei 1.992/07, que cria a previdência complementar para os servidores da União. A emenda foi apresentada pelo Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP). A Frentas é formada pelas entidades.“Temos que fazer esse trabalho de convencimento e de conscientização com as lideranças. Tivemos uma grande ajuda do Deputado Arnaldo Faria de Sá que aceitou a nossa minuta de emenda de redação de plenário com a supressão dos dispositivos atinentes à Magistratura e colheu 111 assinaturas no prazo recorde”, disse o Presidente Nelson Calandra.“Nós viemos a Brasília para acompanharmos a discussão acerca do Projeto de Lei que trata da Previdência Complementar. A Magistratura é nacional e este projeto só contempla a União e não os Estados. Sem contar que este projeto tem um vício formal, o que o torna inconstitucional. O que nós queremos é que seja apresentado um projeto substitutivo, em detrimento ao que tramita na Casa”, disse Gilmar Luiz Coelho, presidente da ASMEGO.De acordo com o Presidente da AMB, a emenda foi apresentada porque a Constituição Brasileira diz que a previdência da Magistratura só pode ser tratada por lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. “Sendo a Magistratura nacional, não teria sentido deixar os Estados, às vezes, com poucos membros, com poucos Juízes, com 200 em alguns Estados, fiquem totalmente ao desamparo previdenciário. Cabe, então, paridade e integralidade em razão da vitaliciedade. Além disso, a Magistratura é a categoria de contribuintes equilibrados em termos financeiros. Não há déficit de previdência que justifique a criação de um fundo para a Magistratura, sem que haja iniciativa do STF”, argumentou Calandra.No intenso corpo-a-corpo junto às lideranças partidárias, os Magistrados se encontraram com os Deputados Reinhold Stephanes (PSD-PR), Leonardo Quintão (PMDB-MG), Arnaldo Faria de Sá(PTB-SP), Lincoln Portela (PR- MG), Sílvio Costa (PTB- PE), entre outros.Porém, em votação, todas as emendas do projeto foram rejeitadas pelo relator Rogério Carvalho (PT-SE). Na sessão plenária desta quarta-feira (29), está prevista a votação dos destaques individuais e de bancadas, incluindo a proposta de emenda da AMB.Acompanharam Calandra, os Presidentes das Associações Estaduais Pio Giovani Dresch (Ajuris); Antonio Silveira (Ampb); Pedro Yves (Amages); Fernando Ganem (Amapar); Ricardo Barreto (ACM); Gustavo Adolfo Plech (Amase); Pedro Nelson Miranda Coutinho (Vice-presidente da Asmeto); Gilmar Luiz Coelho (Asmego); o Diretor da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da AMB, Gil Guerra, e o Diretor de Assuntos Previdenciários da Amapar, Marcos Cunha Araújo.PL 1992/07 - De autoria do Governo Federal, esse projeto cria um fundo de previdência complementar para os servidores da União e sua votação estava prevista para esta terça, na Câmara dos Deputados. De acordo com o projeto, o regime de previdência proposto valerá para todos que entrarem no serviço público federal depois da sanção da futura lei. A norma vai limitar o valor dos benefícios dos servidores ao teto pago pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que hoje é de R$ 3.691,74. Para conseguir qualquer quantia acima desse montante, o funcionário deverá aderir à Fundação da Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).Segundo o projeto, para aderir ao fundo, os servidores deverão contribuir com até 7,5% do que exceder ao valor do teto, além dos 11% já pagos sobre os R$ 3.691,74. Em contrapartida, a União contribuirá com o mesmo valor. Essa soma será gerida por uma instituição financeira e terá rentabilidade de acordo com as aplicações feitas.
Durante audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Calmon afirmou que as investigações conduzidas pela corregedoria devem ocorrer em vários setores para apontar falhas do Poder Judiciário.“Precisamos abrir em diversos flancos para falar o que está errado dentro da nossa casa. Faço isso em prol dos magistrados sérios, decentes, que não podem ser confundidos com meia dúzia de vagabundos que estão infiltrados na magistratura.”CríticasAo longo da audiência, a corregedora fez diversas críticas à atuação de juízes. Disse que o Poder Judiciário vive hoje uma “crise ética” e atacou desembargadores que não são alvo de investigações por serem “malandros” e conquistarem a simpatia de magistrados.“É dificílimo um tribunal julgar desembargador. Se ele tem a simpatia do colegiado, e os malandros são sempre extremamente simpáticos, o tribunal não tem poderes para julgar. Eu não tenho medo dos maus juízes, mas do silêncio dos bons juízes que se calam na hora do julgamento.”
O presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), Gilmar Luiz Coelho, acompanhado do diretor Institucional e Legislativo da entidade, Levine Raja Gabaglia Artiaga, e do advogado da associação, Ezequiel Morais, acompanharam hoje (28/02) sessão em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) julgou consulta feita pela Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (Consulta nº 5954-71/2011, de relatoria do conselheiro Jorge Hélio) reconhecendo a legalidade dos processos de locação/cessão de uso de imóveis por parte das prefeituras municipais para servirem de residência oficial dos juízes nas comarcas do interior. Esta era uma das decisões mais aguardadas pela magistratura em Goiás, cujo direito garantido foi amplamente defendido pela ASMEGO.A associação ingressou no processo em defesa dos juízes goianos para defender a legalidade da prática de cessão de uso de imóveis pelas prefeituras ao Tribunal, destinando-os às residências oficiais dos magistrados que atuam no interior. Para a ASMEGO, tal direito cumpre o que determina o Código de Organização Judiciária de Goiás, a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e leis municipais sobre o tema. No entanto, a Corregedoria de Justiça do TJ-GO, questionando a legalidade das normas que permitem ao juiz ocupar residências oficiais nas comarcas do interior, acabou por afrontar o exercício de prerrogativas esculpidas na própria Loman e devidamente compatibilizadas com o ordenamento constitucional pátrio.Em arremate, o presidente Gilmar Coelho, o diretor Levine Artiaga e o advogado Ezequiel Morais ressaltam que a ação da ASMEGO em defesa dos juízes goianos foi decisiva, tanto do ponto de vista da atuação durante a tramitação do processo quanto em relação à participação oral do representante jurídico da associação em defesa dos direitos dos magistrados.Leia também:CNJ: Município pode fornecer moradia a magistrado via tribunal
O presidente da Associação de Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), Gilmar Luiz Coelho, e o diretor de Assuntos Institucionais e Legislativos da entidade, Levine Raja Gabaglia Artiaga estiveram na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), nesta terça-feira (28/2), juntamente com representantes de magistrados de outras Unidades da Federação, bem como com o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Nelson Calandra, para solicitar apoio dos parlamentares a projeto que exclui a magistratura do fundo complementar de previdência dos servidores públicos. O projeto estava na pauta de hoje e poderia ser votado pela Câmara. Entre os deputados goianos com os quais o presidente Gilmar Coelho e o diretor Levine Artiaga se reuniram hoje estão Íris de Araújo (PMDB-GO) e Valdivino de Oliveira (PSDB-GO).Presidentes de Associações Estaduais de Magistrados buscaram contribuir com a interlocução entre a AMB e as lideranças partidárias. O objetivo, comum, é retirar o regime previdenciário da magistratura do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 1.992/07, que cria a previdência complementar para os servidores públicos. A classe já apresentou um substitutivo ao projeto defendendo a manutenção da Previdência Pública para os magistrados.Para a AMB, bem como para a ASMEGO, o dispositivo previsto no PLC é inconstitucional e o regime de previdência da magistratura não pode ser tratado por meio de lei ordinária. Isso porque a categoria possui peculiaridades, como é o caso da vitaliciedade. Além disso, as contribuições dos magistrados seriam capazes de arcar, inclusive, com a folha de pagamento dos inativos.
O presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), juiz Gilmar Luiz Coelho, participa, no próximo dia 5 de março, às 9 horas, do lançamento do Programa Interação, projeto idealizado pelo Ministério Público (MP) estadual voltado para a prevenção ao uso, tratamento, reabilitação e reinserção social do usuário de drogas bem como à repressão ao tráfico em Goiás. O lançamento do programa acontece no edifício-sede do MP.O procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, ressalta que, na oportunidade, os participantes conhecerão a proposta de construção conjunta de uma grande rede de parceiros integrantes das esferas municipal, estadual e federal que incluirá organizações governamentais e não-governamentais e filantrópicas “mobilizada para o enfrentamento eficaz frente a uma das mais prementes questões sociais do Estado”, frisa.
Começaram nesta segunda-feira, dia 27, as aulas do 7º Curso Teórico-Prático de Decisões Judiciais, promovido pela Escola Superior da Magistratura do Estado de Goiás (ESMEG). As inscrições ainda estão abertas e restam poucas vagas.De acordo com a juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães, coordenadora dos Cursos Preparatórios e Cursos de Formação para Magistrados e Servidores, o curso aborda questões técnicas e jurídicas adotadas na elaboração de sentenças cíveis e criminais, além de disciplinas humanísticas constantes do edital de seleção para o concurso à magistratura.Os interessados devem procurar a secretaria da Escola Superior da Magistratura, localizada na Rua 72, nº 272, esquina com a BR-153, Jardim Goiás.Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (62) 3281-9226.
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) anunciou, em discurso nesta terça-feira (28), a apresentação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para permitir a participação dos juízes vitalícios de 1º grau na eleição dos presidentes dos tribunais estaduais e dos tribunais regionais federais. O senador disse que ainda está coletando as assinaturas. São necessárias, pelo menos, 27 assinaturas para a proposta ser apresentada à Mesa.Suplicy informou que a medida foi sugerida pelo juiz Moisés Anderson da Silva, do Mato Grosso do Sul, e já tem sido defendida pela Associação de Magistrados do Brasil (AMB) e por "juristas respeitados".- Tenho convicção de que esta pequena alteração pode trazer impactos significativos na vida nacional - disse o senador.Para Suplicy, ao criar a oportunidade de participação dos juízes de 1º grau nos rumos da magistratura, a medida pode trazer mais democracia para os tribunais e mais qualidade na prestação do serviço judiciário. Na visão do senador, a proposta também pode ampliar a fiscalização dos serviços administrativos dos tribunais, valorizar a magistratura de 1º grau e aumentar a integração entre as instâncias do Judiciário.- A ideia é evitar que interesses corporativos se sobreponham ao bom andamento da Justiça - concluiu.
Nas hipóteses em que houver previsão no edital, é legal o estabelecimento de prazo para que servidores participem de concursos de remoção. Foi o que decidiu por maioria, na sessão plenária desta terça-feira (28/2), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) durante o julgamento de Procedimento de Controle Administrativo (0005594-39.2011.2.00.0000) movido por servidores do Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1). Eles visavam à dispensa da exigência do período de três anos fixado pela corte para concorrer internamente a vagas em outras comarcas, mas o pedido foi julgado improcedente. Prevaleceu o voto do relator, conselheiro Ney de Freitas.O Tribunal Regional Federal da 1ª Região abrange os estados do Acre, Amazonas, Minas Gerais, Pará, Roraima, Rondônia, Tocantins, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso e Piauí. Comumente, nos concursos para servidores do TRF1, o servidor escolhe o local de trabalho no momento da inscrição do concurso público. No caso concreto, os servidores aceitaram assumir cargos em localidades diversas para as quais haviam concorrido. Desta forma, puderam tomar posse de forma mais rápida que outros candidatos que não aceitaram a proposta. Entretanto, apesar de estarem cientes da regra de permanência de três anos, pretenderam questioná-la e contornar a exigência de permanência.A defesa argumentou, entre outros pontos, que não há previsão legal para que tribunais fixem prazos para a participação dos servidores nos concursos internos de remoção. Ney de Freitas, entretanto, não aceitou os argumentos. De acordo com ele, não é que o tribunal deva ser insensível a situação pessoal dos servidores que atuam em comarcas distantes, mas o que deve prevalecer é o interesse público.Segundo o conselheiro, muitos tribunais estabelecem prazos para garantir o bom funcionamento do Judiciário em comarcas cujo preenchimento das vagas é mais difícil. Nesse sentido, o conselheiro citou uma série de precedentes, de tribunais superiores e do próprio CNJ, que garantiram às cortes autonomia para decidir sobre essa questão. O que prevalece, nesses casos, é o princípio da discricionariedade dos tribunais.O voto de Ney de Freitas foi seguido pela maioria dos conselheiros. “Muitos servidores escolhem uma comarca e já no primeiro dia após tomar posse pedem a remoção. Por isso o congelamento. O tribunal permite a remoção (antes do prazo), mas por permuta. Ou seja, se outro servidor quiser ir para aquela localidade”, afirmou o conselheiro Tourinho Neto.O conselheiro Jorge Hélio também votou com o relator, mas propôs a edição de uma recomendação, pelo Conselho, para que os tribunais sejam razoáveis ao analisar os pedidos de remoção. “Estamos decidindo legalmente, mas injustamente”, disse.“Por isso, poderíamos recomendar aos tribunais que, ao exercitarem o seu direito de administrar, observassem a razoabilidade ao promover o edital de remoção, para quem está numa comarca de difícil provimento tenha acesso às de melhor provimento”, sugeriu.O conselheiro Carlos Alberto Reis de Paula descartou a proposta. De acordo com ele, não há como recomendar critérios de razoabilidade aos tribunais. “O que seria razoável?”, indagou. O conselheiro Silvio Rocha defendeu a sugestão da recomendação, mas esclareceu: “Acompanho o relator. Se ele (o servidor) escolheu ir para uma determinada comarca, ele passou a ocupar uma vaga que seria às vezes de uma pessoa até melhor qualificada e que não optou ir para lá”, afirmou. A divergência ficou por conta dos conselheiros Lúcio Munhoz e Bruno Dantas, que consideraram haver ilegalidade na fixação de prazos para a remoção.
A Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), através do seu presidente, juiz Gilmar Luiz Coelho, e do diretor Institucional e Legislativo da entidade, juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga (na foto, ao lado do advogado Ezequiel Morais), protocolou hoje (28/02), no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Procedimento de Controle Administrativo (PCA) solicitando que seja reformada decisão da Corte Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), bem como seja revisado o inciso II do artigo 1º da Resolução 13/2009, permitindo, assim, que magistrados titulares de juízos da Comarca de Anápolis possam requerer autorização para residir no município de Goiânia. O mesmo já ocorre com os juízes titulares das comarcas de Inhumas e Goianápolis. O PCA foi protocolado por meio do escritório Clarito, Ezequiel Morais & Advogados Associados.
A Diretoria de Cultura da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO) tem duas importantes agendas esta semana. Amanhã, quarta-feira (29/02), o presidente da entidade, juiz Gilmar Luiz Coelho, o diretor de Cultura, desembargador Itaney Francisco Campos e o diretor-adjunto, juiz substituto em segundo grau Wilson Faiad se encontram, às 10 horas, com o gestor do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), Nasr Chaul. Já na sexta-feira, a visita é ao secretário municipal de Cultura de Goiânia, Kleber Adorno.O desembargador Itaney Campos frisa que o objetivo de ambas as visitas é estreitar a relação entre os membros da ASMEGO e os gestores de importantes organismos de Cultura no Estado e na capital. Nesse sentido, salienta o magistrado, tanto com Nasr Chaul quanto com Kleber Adorno, os dirigentes da ASMEGO pretendem iniciar uma parceria na realização de atividades de cunho artístico-cultural. “A ideia é desenvolver um trabalho conjunto com esses organismos, envolvendo a magistratura, sempre que possível”, destaca.Além de apoio, a diretoria de Cultura irá, também, em busca de sugestões para movimentar o setor na ASMEGO. “Desejamos estabelecer ampla agenda de eventos e atividades culturais e envolver o maior número possível de juízes. O trabalho nas comarcas, nos gabinetes, consome muito o magistrado. Pretendemos, assim, oferecer momentos de descontração e acesso a atividades culturais de interesse dos juízes”, comenta o diretor de Cultura da ASMEGO.
O Manual do Usuário do Sistema de Informações ao Judiciário (Infojud) foi disponibilizado, nesta segunda-feira (27), em versão digital, no site da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), pelo endereço www.tjgo.jus.br/corregedoria, no menu Publicações > Manuais. Faça aqui o download do documento.O material auxilia magistrados e serventuários do Poder Judiciário que utilizam o sistema em consultas necessárias à prestação jurisdicional. Para acessar a ferramenta, o usuário deve possuir certificação digital, que é fornecida, no Estado, pelo Tribunal de Justiça. Mais informações, contate Suely Iunes, na Divisão de Gerenciamento de Sistemas Conveniados da CGJGO. Telefone: (62) 3216-2466.
A ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça, participa nesta terça-feira (28/2), a partir das 14h, de audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal para debater a Proposta de Emenda Constitucional nº 97, de 2011 (PEC 97/2011), que trata dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além da ministra, também participarão do debate o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Nelson Jobim, e o juiz Paulo Schimidt, vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra).A PEC, apresentada pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), torna mais claras as atribuições do CNJ e da Corregedoria Nacional de Justiça. No final do ano passado, as associações de magistrados entraram com ações no STF questionando a constitucionalidade das ações do CNJ. Ao julgar uma das ações neste ano, o STF estabeleceu que o Conselho tem autonomia para investigar magistrados, independente da atuação das corregedorias locais.
O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás iniciará pela comarca de Piracanjuba a programação do Projeto Justiça Ativa de 2012. Com 438 audiências marcadas, o mutirão será realizado nos dias 1º e 2 de março, das 8 às 18 horas, no fórum da comarca, localizado na Av. Amyn José Daher, quadra 38, lote 1, Setor Norte. O Município de Piracanjuba tem 24.030 habitantes e tramitam na comarca 5.603 processos.Com coordenação da diretora do Foro local, juíza Patrícia Machado Carrijo (foto), o esforço concentrado contará com a participação dos seguintes juízes: Andrey Máximo Formiga, da Comarca de Estrela do Norte-GO, Flávia Morais Nagato de Araújo Almeida (Guapó), Flávio Fiorentino (1ª Vara Criminal da Comarca de Itumbiara), Gustavo Braga Carvalho (Vara Cível, Criminal, da Infância e da Juventude, das Fazendas Públicas e de Registros Públicos de Itaberaí), Hugo Gutemberg Patiño de Oliveira (Goiandira), Joyre Cunha Sobrinho (Águas Lindas de Goiás), Leonardo Fleury Curado Dias (2ª Vara Cível, Criminal, Fazendas Públicas e de Registros Públicos e Ambiental de Senador Canedo), Luciano Borges da Silva (Itapuranga), Maria Umbelina Zorzetti (12° Vara Criminal de Goiânia), Nina de Sá Araújo (Santa Helena de Goiás), Sylvia Amado Pinto Monteiro (Aparecida de Goiânia), Thiago Bertoul de Oliveira (Goiânia), Vinícius Caldas da Gama e Abreu (2° Juizado Especial Cível e Criminal de Itumbiara), Vívian Martins Melo (Goiânia) e Marcus Vinicius Alves de Oliveira (Goiatuba).
Três pessoas foram contempladas com prêmios de R$ 10 mil pela Campanha de Capitalização realizada pela Cooperativa de Crédito dos Magistrados e Servidores da Justiça do Estado de Goiás (Juriscred). Sumaia dos Santos Nascimento, Luiz Mauro Pires e Germana Póvoa da Cruz Lobo foram premiados na última sexta-feira (24/2).Na ocasião, foi realizada a Assembleia Geral Ordinária da Cooperativa, com o intuito de prestar contas aos cooperados, além de colocar em votação, entre os associados, as futuras decisões da cooperativa. O sorteio foi realizado logo em seguida. Acompanharam o sorteio, na forma de testemunhas, o presidente da ASMEGO, juiz Gilmar Luiz Coelho, e os servidores Enidêe Gonçalves, Raquel Antonini e Luciano. Uma média de 400 pessoas concorreu ao prêmio.
As Diretorias Administrativa, de Esportes, de Segurança e Institucional da Associação de Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO) divulgaram nesta segunda-feira (27/2) um calendário parcial de atividades que serão realizadas ao longo do ano de 2012. O objetivo é buscar o enriquecimento profissional dos colegas magistrados, bem como a melhoria da segurança e da qualidade de vida dos juízes.De acordo com o presidente ASMEGO, juiz Gilmar Luiz Coelho, é de extrema importância a participação dos associados para que todos tenham acesso à capacitação, cuidados com a saúde física e mental e preparação para as situações de risco. As ações que ora são propostas têm como objetivo, também, solidificar os laços de amizade entre os colegas magistrados. Além dos eventos divulgados no calendário parcial, outras atividades esportivas estão sendo programadas, como xadrez, artes marciais e diversas corridas, que ainda não têm datas definidas. No próximo dia 18 de março, por exemplo, a Diretoria de Esportes está selecionando magistrados para participarem da segunda edição do Projeto Correndo Pela Vida – Contra o Crack, evento organizado pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia.Além disso, oportunamente, as demais diretorias da ASMEGO, como as de Comunicação, Cultura, Social, da Mulher Magistrada, entre todas as outras, divulgarão seu calendário de atividades previstas para este ano.Quem desejar obter mais informações sobre os eventos deve entrar em contato com a ASMEGO pelos números (62) 3238-8913 ou 3238-8912 e falar com os servidores Hugo Hernandes e Enideê Gonçalves.Confira abaixo as datas das atividades:2º e 4º sábados de cada mês: Jogo Amistoso de Futebol Society – Ação promovida pela Diretoria de Esportes6 de abril: Instrução de Tiro (50 vagas) – ação promovida pela Diretoria de Segurança28 de abril a 1º de maio: Campeonato Regional de Futebol Society – ação desenvolvida pela Diretoria de Esportes18 de maio: Curso de Gerenciamento de Crises (50 vagas) – ação da Diretoria de Segurança22 de junho: Curso de Direção Evasiva – ação da Diretoria de Segurança10 de agosto: Instrução de Tiro (50 vagas) – promovido pela Diretoria de Segurança21 de setembro: Curso de Gerenciamento de Crises (50 vagas) – realizado pela Diretoria de Segurança8 de dezembro: Amistoso Beneficente de Futebol - Diretoria de Esportes.
O presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO), juiz Gilmar Luiz Coelho, observando a manifestação dos colegas no e-mail institucional do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) para a realização de uma Assembleia classista, e face à ausência de um pedido formal endereçado à Associação, ordenou providência nesse sentido, a fim de atender à necessidade de se promover Assembleia Geral Extraordinária. O presidente da ASMEGO informa que a data da referida assembleia será oportunamente designada e, uma vez definida, será divulgada o mais breve possível por meio deste site e outros canais de comunicação.
O Presidente da AMB, Nelson Calandra, participou da gravação do Programa Anatomia do Poder, nesta segunda-feira (27), na Rede Vida. Com apresentação de Ives Gandra Martins, o Programa vai ao ar no dia 11 de março e aborda, entre outros assuntos, a Reforma do Judiciário.Nelson Calandra fez um resumo da atuação da AMB e destacou a participação da entidade nas organizações e sistemas internacionais de Magistrados e na Comissão para Estudos de Reforma Tributária. O programa tem duração de 30 minutos, e vai ao ar às 20 horas.